Pedro Mafama

MANAGEMENT – PROMOÇÃO

Lisboa e os seus novos fados.

Cresci entre os Anjos e a Graça. Passei os anos de liceu imerso no ambiente dos bairros populares da Lisboa pré-gentrificação, sou de uma família de artistas visuais. Estagiei com a Enchufada e acompanhei os Buraka Som Sistema como vendedor de tshirts na tour do álbum Komba, mantemos um contacto próximo até hoje. Licenciei-me em Artes Plásticas na ESAD, nas Caldas da Rainha. Vivi em Bruxelas em 2015, no bairro marroquino de Molenbeek. Em 2017 comecei por juntar as sonoridades e as estéticas da Batida / Kuduro lisboeta e do Baile Funk brasileiro com o Trap e Drill americanos. Saíram assim os primeiros passos – Como Assim, Feitiço, e 07 Pega a 12. Com o ambiente de Alfama e o regresso à capital começaram a trazer a tristeza e a saudade ao de cima, assim, lado-a-lado com percussões de tarraxinha, começam a surgir guitarras melancólicas em músicas como Chora Agora e um flow de Fado a rasgar o Auto-Tune em Torneira. Lancei-as, em conjunto com mais 2 faixas, no primeiro EP – Má Fama, em Dezembro de 2017. Em Abril de 2018 lancei o meu segundo EP – Tanto Sal. Nele junto todas as experiências e influências que saem sempre, de uma maneira ou de outra, do caldeirão cultural lisboeta. Canto fados sobre noites exageradas e corações partidos, bem regados a Auto-tune, guitarras portuguesas sintéticas a tocar melodias arabescas com as batidas afroportuguesas como pano de fundo. O ritmo da Kizomba confunde-se com o da Chula no single Jazigo; um padrão de viola de Fado dá cor à batida de Kuduro em Fama; em Sal há um discurso de Trap com ginga de Fado que emprega metáforas marítimas em cima de um beat marroquino. – Pedro Mafama

“Eu ‘tou-me a rir, mas ‘tou a falar a sério”, canta em Elefantes, a terceira faixa do trabalho de estreia. O som e as letras são tragicómicas, trazendo a tristeza do fado na boca e a alegria da electrónica made in Enchufada na anca. Um equilíbrio difícil de fazer, mas Pedro Simões mostrou que consegue gerir os diferentes ambientes com algum à-vontade. Podemos descrevê-lo como “promissor” e isso é dizer pouco. – Alexandre Ribeiro, Rimas e Batidas

(…) será o Fado um género imutável, apenas permeável a ligeiras variações consoante o intérprete? Ou será ele uma língua viva e mais do que um estilo musical, um estado de espírito, uma declamação ao destino, qual catarse sónica? Se os dogmas são para respeitar e o status quo inviolável, alguém se esqueceu de avisar Pedro Mafama. – Nuno Camisa, Punch Magazine

O vídeo Jazigo foi filmado na Graça, em locais que evocam memórias do Fado e do Cinema Português do século passado. Para o videoclipe quisemos mostrar uma Lisboa que se orgulha tanto dos seus altares católicos, azulejos mouriscos e vestígios da expansão
marítima, como dos seus estendais de roupa, estores de correr e antenas parabólicas que cobrem os telhados. Tal como a canção, o vídeo aponta para uma solidão deixada pela perda de alguém importante. – Pedro Mafama

Realização: António Freitas e Fábio Silva Produção: Follow Creative Studio Atores: Pedro Mafama e Inês Landum Grafismos: José Torres

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